F.A.Q.Perguntas Frequentes

1. Como surgiu o Grupo ManausBellyDance?

Assim que retornei de SP em maio de 2008, resolvi fazer uma festa para divulgar meu primeiro módulo de aulas de dança do ventre para alunas iniciantes, programado para começar em agosto de 2008. Em julho, contando com a ajuda da minha irmã July Libbah, organizamos nossa primeira festinha de confraternização que foi realizada no salão de festas do prédio do meu cunhado. Nesse momento inicial, somente eu e minha irmã July fizemos apresentações de dança, ora solando ora em dueto. Realmente a festa foi um sucesso e muitas alunas entraram no primeiro módulo. Depois disso, tudo foi progressivo e natural. Em dezembro de 2008, realizamos a segunda confraternização já contando com a participação das alunas em coreografias. Posteriormente, o conteúdo das aulas do segundo módulo foi se aprofundando e foi possível observar o desempenho individual de muitas alunas. Em 2009, consolidou-se o que já estava sendo feito, agora com a nomenclatura de grupo. Queria algo que remetesse a nossa cidade e veio naturalmente o nome de ManausBellyDance, caracterizando nosso grupo de alunas e estimulando mais ainda seu comprometimento com os estudos na dança. Pouco tempo depois idealizamos uma festa oficial para comemorar um ano de formação do nosso grupo. A festa (I sarau Oriental do Grupo Manaus Bellydance), realizada em agosto de 2009, foi inesquecível para todas do grupo e também porque trouxemos a renomada bailarina da Khan el Khalili, Aysha Almeé, que ministrou dois workshops. Dai em diante, fizemos várias festas de confraternização e o grupo ficou famoso pelo clima de descontração e união. Em 2011, promovemos dois workshops com as bailarinas Aziza-Mor Said e Nur. Em 2012, foi a vez do workshop da bailarina Polímnia Garro. Em 2013, dei uma pausa nas aulas e no grupo por conta de uma viagem aos Estados Unidos para estudos (não relacionados a dança) e retomei as aulas em 2014. Em seguida, em função de minha gravidez, dei uma pausa mais longa, com previsão de reinício para agosto de 2018, agora com um ar mais voltado para estudo do que para apresentações em público.


2. Como funcionam as aulas de Dança do Ventre?

Os módulos são realizados na sala de dança do Colégio La Salle, somente aos sábados, no horário de 10:00 as 11:30hs. Sempre são oferecidos dois módulos ao ano. O primeiro módulo vai de março a junho e o segundo, de agosto a novembro de cada ano (sempre com duração de quatro meses cada). Costumo começar os módulos com uma seqüência de movimentos, incluindo braços, ondulações, redondos até os movimentos percussivos. Aproximadamente no meio do módulo inicio uma coreografia aplicando todos os movimentos ensinados. Nos módulos anteriores já foram ensinadas coreografias de música clássica e moderna, sendo que as alunas intermediárias aprenderam além dessas, coreografia de folclore (com bastão) e percussão.


3. Como participar das aulas?

Inscrição diretamente através do site www.manausbellydance.com.br As aulas de Dança do Ventre são livres para todas as mulheres, independente de seus objetivos, sejam eles apara aprofundar os estudos (fazendo ou não apresentações de dança), aliviar a tensão do dia-a-dia e o stress ou até mesmo como hobby. Em relação às grávidas, as aulas podem ser feitas mediante autorização médica expressa.


4. Quais os benefícios da Dança do Ventre?

São inúmeros e podem ser perseguidos de maneira diferente por cada praticante, incluindo benefícios físicos e psicológicos, até sociais, mas todos acabam presentes simultaneamente em maior ou menor grau. Fisicamente, a dança pode trazer muitos benefícios à saúde. Por ser uma atividade que envolve alongamento e movimentos que obedecem à fisiologia do corpo, sem dúvida ajuda a fortalecer a musculatura, favorecer a circulação sanguínea, trabalhar as articulações e, ainda, a queimar calorias. Pessoalmente, considero o estímulo à coordenação motora, como sendo um dos pontos fortes da dança, pois há um treino importante na habilidade de movimentos simétricos e antagônicos. Psicologicamente, a mulher não somente relaxa, aliviando seu stress, como também melhora sua auto-estima e passa a cuidar melhor de sua estética, de forma a melhorar sua alimentação e evitar hábitos maléficos (com impacto também na saúde). Dessa forma, passa a olhar melhor pra si mesma, melhorando inclusive sua feminilidade. O benefício social nada mais é do que uma conseqüência natural dos efeitos anteriores e vai depender da importância que cada uma dá à dança. Tem pessoas que mudam da água pro vinho e até encaram como terapia, com impacto no convívio social. Por outro lado, cria-se também um vínculo de amizade no próprio ambiente da dança e no decorrer das festinhas e confraternizações. Importante frisar que os namorados/maridos, na maioria das vezes, apóiam suas namoradas e esposas, pois percebem o quanto é importante a elas praticar essa dança, reconhecendo-a como uma verdadeira arte, pois acreditem meus caros, uma vez namorado de bailarina, devem também compartilhar desse mundo árabe (risos).


5. Fazer Dança do Ventre gera a famosa "barriguinha"?

Fazer dança do ventre não justifica, de maneira alguma, o aparecimento dessa “barriguinha” (risos). Isso é um mito. Ter a barriguinha um pouco mais saliente está mais ligada à própria fisiologia e hábitos alimentares da mulher do que ao fato de praticar a dança do ventre ou qualquer outra dança. Nós mulheres sabemos o quanto é difícil manter a forma e quantas variáveis podem nos atrapalhar nessa meta, seja por ansiedade, excesso de chocolate, refrigerante, fritura, alterações hormonais, enfim inúmeras possibilidades. Acredito que, pelo fato da Dança do Ventre expor muito a barriga, acaba evidenciando a “saliência”, digamos assim, que essa mulher já possui naturalmente e que no dia-a-dia pode ser disfarçada com roupas mais largas e de tons escuros.


6. Qual a filosofia de trabalho do ManausBellyance?

Somos um grupo que encara a Dança do Ventre (do inglês “Belly Dance”), literalmente como uma ARTE, sempre zelando pelo seu conceito e prática a fim de manter os padrões de elegância e zelo que ela merece. Temos a mente aberta para o processo atual de ocidentalização e inovação da Dança do Ventre no Brasil, porém seguimos profundamente a essência da Dança do Ventre, moldada no estilo egípcio, o original, que representa a sua essência, apesar de uma inclinação, em alguns momentos, para o estilo libanês. A principal diferença entre eles é que o estilo de Dança Egípcia tem movimentos mais contidos, enquanto o Libanês, semelhante ao norte-americano, tem movimentos mais exagerados com batidas de quadril bem maiores e mais fortes. Particularmente estudamos principalmente músicas mais clássicas, devido à riqueza de momentos melódicos e por permitir uma melhor capacidade de leitura musical, já que inclui, muitas vezes, trechos dos outros tipos de música (moderna, folclórica e percussão).


7. Qual é o tempo de aprendizado necessário para a Dança do Ventre?

Não existe um tempo padronizado de aprendizado pois depende muito da dedicação e da facilidade que cada uma tem com a dança, portanto, não há regra. De maneira geral, aquelas que já fizeram balé (pela questão postural) ou qualquer outro tipo de dança têm maior facilidade em se desenvolver na Dança do Ventre. Em média, dois anos de dedicação contínua já permitem a capacidade da bailarina construir seu próprio solo. Porém com apenas quatro meses já é possível aprender coreografias e apresentar-se publicamente, o que também facilita o desenvolvimento posterior, pois o temido contato com o público ajuda grandemente na superação de muitos obstáculos internos.


APRENDA

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